Como participar

“O homem é o animal das ferramentas. Sem ferramentas, não é ninguém; com ferramentas é tudo.”

Thomas Carlyle, historiador escocês, em seu livro On Boswell’s Life of Johnson (1832)

Computadores são ferramentas. Ferramentas modernas, utilizadas pelos homens para que o trabalho seja feito de modo mais fácil e mais rápido.

O artesão dispõe de ferramenta para fazer seu trabalho. O carpinteiro, por exemplo, usará várias delas para construir casas. O martelo servirá para fixar pregos na madeira, tarefa para a qual o serrote será inadequado. Quem usa computadores também precisa tomar decisões, quando escolhe hardware (equipamento) e software (programa). É preciso primeiro saber qual o trabalho a ser realizado, para depois, então,

escolher as ferramentas adequadas.

Suas novas ferramentas

Os computadores pessoais são poderosos e versáteis. Transformaram-se em objetos do desejo ao prometerem facilidades de uso nas tarefas de edição de textos, cálculos e ordenação, abrindo, ainda, uma porta para o mundo do entretenimento, da educação e da informação.

Mas é tão grande a combinação de possibilidades de equipamentos, programas e preços que os consumidores, em geral, sentem-se perdidos na hora de escolher seus sistemas.

Nossa expectativa com a reportagem de hoje é oferecer, neste sentido, alguma ajuda, facilitando-lhes a entrada na Revolução da Informação.

Hardware

Computador (IBM/Macintosh) - Existem dois tipos de computadores pessoais: as várias marcas de computadores IBM compatíveis e o Apple Macintosh. Houve um tempo em que os IBM compatíveis eram reconhecidos como os mais baratos; os Macintosh, mais fáceis de usar. Hoje, estas diferenças praticamente desapareceram. Para os trabalhos típicos de computação realizados por usuários domésticos, a escolha entre um e outro sistema é apenas uma questão de gosto pessoal.

Os novos IBM compatíveis são mais fáceis de usar por causa do programa Windows, da Microsoft. Também há maior opção de software para os computadores tipo IBM. A Apple enfrenta a competição melhorando o desempenho do Macintosh e reduzindo o seu preço - embora permaneça mais caro do que um IBM compatível. Mas ainda é mais fácil para os novos usuários de computadores aprender a usar um Macintosh e neles adicionar componentes como um modem e CD-ROM.

Às vezes é o software quem decide a compra. Se o software que se deseja está disponível apenas para os IBM compatíveis, então esta será a decisão. A nova máquina da Apple, o PowerPC Macintosh, pode também rodar Windows e outros softwares apropriados para os IBM compatíveis. Mas fará isso de maneira lenta e também exigirá um programa específico (SoftWindows) que custa cerca de US$ 300.

Aproximadamente 80% do mercado de computadores pessoais vendidos no mundo é formado por IBM compatíveis. Os Macintosh, com vendas de 4,1 milhões de máquinas em 1994, respondem por 10% a 15% deste mercado. A diferença nas fatias de mercado significa que os criadores de softwares tendem a ter mais interesse em apresentar novos produtos para os IBM compatíveis.

Tamanho - Computadores pessoais são apresentados em três tamanhos básicos: desktop, notebook e subnotebook. Os computadores do tipo desktop (de mesa) pesam de 10 a 20 quilos e foram projetados para serem usados (dentro de um gabinete apropriado) em cima de uma mesa ou embutidos. Os notebooks pesam entre quatro e oito quilos, são do tamanho de uma folha de papel A4, com altura de três a cinco centímetros, e podem ser facilmente transportados. Os subnotebooks são ainda menores e mais leves, e estão tornando cada vez mais simples a tarefa de transportar um computador em viagens ou no dia-a-dia do trabalho.

Naturalmente, desde que sejam também poderosos, os notebooks e subnotebooks tendem a tornar-se cada vez mais populares. A miniaturização tem um preço: estas máquinas são mais caras do que os modelos similares do tipo desktop e enfrentam as limitações de baterias que duram algumas horas antes de tornar-se necessário o seu recarregamento. Notebooks e subnotebooks também podem funcionar ligados em tomada de eletricidade comum.

Microprocessadores - Mais do que qualquer outra parte, são os microprocessadores que determinam o custo e a velocidade de uma máquina. Os microprocessadores são o cérebro dos computadores, realizam cálculos e controlam os softwares.

A Intel, cujos chips dominam este mercado, produz famílias de processadores identificados por um número de cinco algarismos, como 80386 e 80486. Cada família representa um nível diferente de tecnologia. Termos como SX, DX, DX/2 e DX/4 representam um determinado chip numa família. A velocidade do relógio interno do processador (clock) é expressa em megahertz (MHz), em geral, entre 20 MHz e 100 MHz. A combinação desses elementos identifica as siglas que vemos nos anúncios: “486SX-33”, por exemplo, quer dizer um chip do tipo 80486, SX (sem co-processador matemático, utilizado para acelerar cálculos), de 33 MHz. Novas gerações de chips estão sempre chegando ao mercado. O mais recente chip da Intel é o Pentium, que se tornou famoso pela rapidez de vendas, mas também por um bug (defeito) que gera erros em cálculos avançados que utilizam sua unidade de ponto flutuante. A Intel comprometeu-se a substituir todos os chips defeituosos.

Empresas como a Cyrix e a AMD fabricam chips compatíveis com os da família Intel, oferecidos ao mercado por preços mais baratos. Estão prestes a apresentar seus chips que competirão em desempenho com o Pentium.

A Apple, para competir com a Intel, tem o seu processador PowerPC, que também pode ser usado em máquinas do tipo IBM compatível. O PowerPC é mais poderoso do que o Pentium, mas ainda são poucos os programas apropriados para este chip.

Quanto mais rápido um processador, mais rápidas são realizadas tarefas como procurar palavras num documento, operar uma planilha financeira ou desenhar uma página de revista. Mas não vão acelerar a velocidade de sua digitação e nem a do seu modem ou disco rígido.

Se você vai comprar um computador IBM compatível, uma boa relação custo/desempenho/vida útil pode ser obtida nas máquinas equipadas com o chip 486 DX/2 de 66 MHz. Os preços desses chips caíram significativamente, embora as máquinas com eles equipadas ainda possam dispor de poder suficiente para rodar programas modernos pelos próximos três a quatro anos. Os microprocessadores trabalham fixados a placas conhecidas como motherboards (placa mãe). Uma típica placa de chip 486 DX/2-66 custa hoje menos de US$ 500.

Se a preferência for um Macintosh, o chip 68040 deverá ter a melhor relação custo/desempenho. Mas a nova família de chips PowerPC Macintosh pode representar uma compra mais oportuna para quem considera o futuro.

Monitor - O usuário típico de computador passa várias horas do dia olhando para um monitor. Por isso mesmo, deve escolhê-lo com atenção. Modelos similares, da mesma empresa, podem ser muito diferentes. É sempre bom ver o que se vai comprar, ou certificar-se de que a devolução ou troca é possível.

Os monitores vêm em vários tamanhos. O mais popular é o de quatorze polegadas (14”) - medem-se as polegadas diagonalmente sobre a face do tubo de imagem. Os monitores maiores, de 15” e 17” estão ganhando mercado e são muito atraentes para o usuário. Há dois tipos: interlaced e non-interlaced. O segundo é o preferido, porque produz menos flicker (variações da imagem que causam cansaço ocular). Em muitos anúncios, os monitores são acompanhados de medidas de dot pitch. Trata-se do espaço entre os pontos que compõem a imagem na tela. O dot pitch varia entre 0,21 mm e 0,39 mm. Quanto menor, mais nítida será a imagem, favorecendo seus olhos - e mais caro o monitor. Os monitores mais comuns têm hoje 0,28 mm.

Um típico monitor colorido, com capacidade de produzir imagens em Super VGA, de 14”, 0,28 mm dot pitch, custa menos de US$ 500.

RAM - Randon Access Memory. Determina a quantidade de memória disponível para os programas. A RAM afeta o desempenho de um computador. Com pouca memória, um programa rodará de forma mais lenta ou, mesmo, não rodará. O tamanho da memória é medido em megabytes (MB). A maioria dos IBM compatíveis vem com um número de 4 MB. Para quem roda aplicativos para Windows, 8 MB significam um desempenho bem melhor. Oito megabytes também são uma boa recomendação para computadores Mac. Quem trabalha com aplicativos de paginação eletrônica e imagens deve investir na compra de mais memória RAM. Cada MB de RAM custa menos de US$ 50.

Hard Drive - Os discos rígidos são compartimentos para arquivamento eletrônico de programas e informações do dia-a-dia. Seu espaço é medido em megabytes; os tamanhos mais comuns estão entre 120 MB e 1.000 MB. No caso deste último, diz-se que o tamanho é de um gigabyte (1 GB). Quanto maior o disco, melhor para o usuário (caberão mais programas), mas, também, mais caro.

Os dois tipos mais populares de discos rígidos são os Integrated Drive Electronics (IDE) e Small Computer System Interface (SCSI). O desempenho dos dois sistemas é semelhante para a maioria das tarefas; SCSI, que tende a ser mais caro e mais veloz, é o único tipo disponível para a maioria dos Macintosh.

Um computador IBM compatível rodando Windows deveria ter discos de pelo menos 250 MB, permitindo que o usuário pudesse usar os pacotes integrados de editor de texto, banco de dados e planilha. Para Macintosh, 250 MB também é o mínimo recomendado. Os preços de discos rígidos variam de 1 dólar a 50 cents por megabyte e estão sempre caindo.

Modems - Esses equipamentos permitem ao computador transmitir informações utilizando as linhas telefônicas. A maioria dos modems também inclui fax. Permitem, assim, o envio de informações já contidas no computador do usuário diretamente para qualquer máquina de fax. Também é possível receber faxes. O modem é essencial para o usuário que deseja conectar-se com os serviços on-line (BBSs e Internet).

Um modem interno é uma placa que deve ser fixada a um slot da placa mãe. Os modems externos ficam fora do gabinete e são ligados por um cabo e conectores apropriados. Os modems são escolhidos, principalmente, pela velocidade. Vão de 2.400 a 28.800 bauds. Os modems mais rápidos também podem operar em velocidades menores. Um modem de 2.400 é hoje o mínimo aceitável e serve para a transmissão de correio eletrônico e pequenos arquivos. Os modems mais comuns estão hoje na faixa de 14.400, embora os de 28.800 estejam começando a se tornar mais populares. Considerando a faixa de preço, um modem de 14.400, que custa hoje entre US$ 75 e US$ 150, oferece uma relação custo/benefício melhor do que os modems mais lentos de 2.400 e 9.600. Os modems de 28.000 custam acima de US$ 250.

Drives de disquete - Em geral, estão montados na parte frontal dos gabinetes do computador. Neles se inserem os disquetes que podem ser de 3 1/2, que acomodam disquetes de 1,44 MB, ou de 5 1/4 para disquetes de 1,2 MB. Hoje, a maior parte do software vem em discos de 1,44 e um simples drive apropriado para esta medida (que custa cerca de US$ 70) poderá ser o suficiente.

Placas de vídeo - Também são inseridas numa ranhura (slot) da placa mãe do computador. Servem para processar a informação que forma a imagem que será apresentada no monitor. Têm papel importante no desempenho da máquina. Placas mais velozes são capazes de apresentar telas gráficas continuamente, reduzindo a espera do usuário, principalmente, em aplicações gráficas. As placas mais comuns vêm com 1 MB de memória. A memória, em geral, não tem influência na velocidade da placa, mas, apenas, na capacidade de reprodução de diferentes nuances de cor, que podem chegar a 16 milhões. As placas de vídeo variam de US$ 70 a US$ 400.

Multimídia (placa de som e CD-ROM) - Os acessórios de multimídia dão ao computador condições de rodar softwares que reúnem texto, som e imagem. O drive de CD-ROM é o componente central de um sistema multimídia. Permite tocar CDs com 680 MB de informação. Os tipos mais populares são double speed, o que significa que atendem à especificação padrão MPC-2, que é respeitada pelos fabricantes de software e multimídia. Os drives de CD-ROM são instalados em conjunto com as placas de som, de modo que se possa ouvir também a informação de áudio.

As placas de som (mais um dos equipamentos inseridos num slot da placa mãe) reproduzem sons stereo, de 16 bits com qualidade. Também é possível usar o conjunto CD-ROM placa de som e computador para tocar CDs comuns de música, cuja execução pode ser controlada por um software de computador ao click do mouse.

O melhor é comprar um computador já equipado com o CD-ROM, a placa de som e as duas pequenas caixas acústicas com blindagem magnética. Comprado separadamente, um kit multimídia custa entre US$ 250 e US$ 500.

A hora de comprar

Com a popularização dos computadores, anúncios de sistemas completos podem ser vistos com freqüência em jornais, revistas, rádios e TVs. Até mesmo as lojas tradicionais de eletrodomésticos hoje já detectaram o potencial de vendas do setor.

Máquinas multimídia já podem ser encontradas no mercado brasileiro por preços inferiores a R$ 2.000. Os Notebooks mais simples custam

cerca de R$ 1.500.

A reserva de mercado criou uma distorção no perfil de compra de computadores no Brasil. A maioria dos usuários domésticos não dá valor à marca do sistema. Muitos compram equipamentos trazidos ao país sem nota fiscal. De um modo geral, máquinas que são montadas no país a partir de computadores avulsos. O mais importante é a relação preço/confiabilidade do revendedor.

Software

Um computador sem programas é como um avião sem piloto. Os dois são bonitos de olhar, mas, inúteis. Os programas permitem que o computador realize tarefas como editar textos, calcular, desenhar e se comunicar, que é onde nossa análise vai deter-se.

Os programas podem ser de três tipos: comerciais, shareware e freeware. Os programas shareware podem ser obtidos sem custo nos serviços on-line acessados por modem, como os BBSs. Se o usuário gosta do programa, poderá registrá-lo junto ao autor pagando uma taxa que, em geral, é menor do que o custo de um software comercial. Alguns autores escrevem programas de computador apenas pelo prazer de distribui-los gratuitamente pelas redes para que usuários de todo mundo possam usá-los. São os freeware.

Normalmente quando se compra um modem recebe-se, também, um programa de comunicação. Cada programa de comunicação tem características particulares. O programa de comunicação que vem embutido no software Windows 3.1, chamado Terminal, não é muito sofisticado, e a maioria dos usuários recorre a outros programas, como o Procomm Plus. QModem Pro e Crosstalk que estão na faixa de US$ 75 a US$ 200. Usuários de Macintosh, na mesma faixa de preço, têm à disposição o Microphone Pro e o Smartcom.

Se a opção for por programas shareware, o Telix é popular entre iniciantes. Cópias desses programas podem ser obtidas em BBSs. Para Macintosh, o ZTerm é considerado um bom shareware. Recomenda-se aos iniciantes a utilização de programas shareware (ou aqueles que vieram junto com seus modems) até que possam identificar os recursos que desejariam dispor num software de comunicação mais avançado.

Conexões

Todos os programas mencionados permitem que o usuário se conecte com os BBSs locais, alguns dos serviços on-line (como CompuServe) e a Internet. Conexões gráficas da Internet exigem software especializado, como o Mosaic e Netscape, dois programas que também podem ser obtidos sem custo tanto na versão PC quanto para Macintosh. A instalação e operação destes dois programas, em geral, exige alguma habilidade, mas o usuário será bem recompensado.

BBSs - Os Bulletin Board Systems (BBSs) contêm uma quantidade impressionante de informaçõs que se troca com usuários e arquivos com textos variados de computador. O ambiente é de camaradagem e troca mútua e desinteressada de informações (conselhos e auxílios). Muitos BBSs são gratuitos ou cobram taxas de R$ 5 a R$ 10 por mês. Existem centenas de BBSs no país. Alguns dos maiores oferecem correio eletrônico via Internet.

CompuServe - Dos grandes serviços on-line americanos, a CompuServe é o mais popular no Brasil. Esta popularidade é razão direta de sua facilidade de acesso. Para acessar, basta setar seu programa de comunicação para parity even, 7 bit, 1 stop e discar 000672. Após a conexão, tecle enter até aparecer o sinal (number). Digite então C, pressione o enter e torne a digitar CSI. Você, então, estará diante do processo de cadastro para a sessão (login). Este tipo de conexão gera uma taxa de US$ 15 por hora. Muitos modems vêm com cadastros experimentais gratuitos para a CompuServe. Também se pode acessar a CompuServe através da Internet. Basta usar o comando telnet para o endereço compuserve.com. Novos usuários podem cadastrar-se on-line. Cerca de 30% dos usuários da CompuServe acessam de fora dos Estados Unidos. O comando telnet também pode ser usado para acessar o serviço Delphi em delphi.com. Outros grandes serviços on-line norte-americanos também já podem ser acessados diretamente via Internet, mas exigem interfaces gráficas apropriadas.

Internet - O acesso à Internet é facultado, hoje, a qualquer pessoa física e empresa. A Embratel anunciou em dezembro o lançamento da sua operação Internet, que será irrestrita (com possibilidade de uso comercial) e já estará operacional a partir de maio de 1995. Até lá, empresas e também pessoas físicas já podem fazer seu cadastro junto à empresa. Para fins não-comerciais, a Internet pode ser acessada a partir da maioria das universidades e instituições públicas de pesquisa. Também podem contar com correio eletrônico na Internet os cerca de 40 mil usuários de quase meia centena de BBSs espalhados pelo país com acesso à rede. A conexão dos BBSs se dá hoje através do serviço AlterNex, do Ibase -, Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas, que permitiu assim, de forma pioneira, a ampliação da base de usuários da Internet no país. O AlterNex, que em breve vai oferecer acesso SLIP/PPP (permitindo ao usuário interagir com a Internet em plataformas gráficas), está aberto a instituições sem fins lucrativos e também a indivíduos. Informações podem ser obtidas pelo telefone (021) 286-4467.

O acesso à Internet é a conexão fundamental de qualquer um que deseje participar da Revolução da Informação. A Internet é não só a estrada por onde caminham os revolucionários, mas a matéria-prima para os inovadores.

BBS CIDADE TELEFONE/MODEM

Biohardware BBS (4 linhas) Rio de Janeiro (021) 267-6680

Centroln BBS (23 linhas) Rio de Janeiro (021) 205-0281

Contact BBS (5 linhas) Rio de janeiro (021) 293-7884

Express Line BBS (5 linhas) Rio de Janeiro (021) 537-1534

Inside BBS (21 linhas) Rio de janeiro (021) 537-1603

Louca BBS (10 linhas) Belo Horizonte (031) 281-1133

Mandic BBS (43 linhas) São Paulo (011) 816-9211

MMA BBS (1 linha) Salvador (071) 244-8764

MPC BBS (9 linhas) Campinas (0192) 54-1855

Net BBS (3 linhas) Recife (081) 341-7635

Omni BBS (2 linhas) Florianópolis (048) 224-3225

Online BBS (4 linhas) Rio de Janeiro (021) 287-8844

Persocom BBS (10 linhas) Brasília (011) 274-1431

Persocom BBS (9 linhas) São Paulo (011) 822-8055

RSNet BBS (2 linhas) Nova Hamburgo (051) 593-3964

Silicom BBS (6 linhas) São Paulo (011) 941-7335

Softway BBS (2 linhas) Niterói (021) 714-6515

STI BBS (25 linhas) São Paulo (011) 884-2446

Upshot BBS (1 linha) Porto Alegre (051) 217-2029